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Revista Política Externa
Que a OMC tenha resistido e preservado, ainda que de forma precária, seu papel como foro negociador e seu sistema de solução de controvérsias, é uma demonstração de que a organização segue sendo vista pelos seus membros, desenvolvidos e em desenvolvimento, como uma instituição e um conjunto de regras relevantes e mesmo essenciais. Na verdade, a relevância da OMC cresceu com a crise e com as transformações em curso. Sem a âncora da OMC e do sistema multilateral de comércio um mundo mais multipolar, como o que ora se desenha, com potências e cadeias produtivas regionais, poderia evoluir para um mundo de blocos com modelos excludentes de regulação. Além disso, a busca por mercados como forma de sair da crise poderia levar a uma competição selvagem onde ao final todos perderiam. Esses desafios seguem presentes reafirmando a necessidade de fortalecer o SMC e seu pilar central a OMC.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 3793-3799 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 19:50:42
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Como toda transformação importante ela passou por avanços e retrocessos: as negociações agrícolas e a atuação do G20 são bons exemplos dessas idas e vindas. Enquanto a Rodada se desenvolvia as transformações no mundo foram se acelerando e novos desafios foram sendo colocados com o surgimento de temas fora da agenda e o deslocamento do interesse negociador para outras áreas. Exemplos dessas tendências são o foco em cadeias globais de valor e nos temas de regulação e a interpenetração entre temas comerciais e geopolíticos presente no lançamento das negociações do TTP e do TTIP. A essas dificuldades estruturais veio juntar-se a maior crise econômica desde a crise de 1929, a qual, como aquela, teve seu epicentro nos países desenvolvidos, mas afetou todo o mundo. Se não houve um protecionismo sistêmico, o que se deve, em parte, à OMC, também seria muito esperar que a liberalização comercial caminhasse, ainda mais quando boa parte dela recairia nas políticas agrícolas dos países desenvolvidos onde o desemprego atingiu níveis críticos.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 3785-3792 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 19:49:18
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Assiste-se a um deslocamento do poder econômico, que antecede a crise, mas foi por ela acelerado. Esse deslocamento tem uma dimensão Norte-Sul, com os países em desenvolvimento concentrando hoje uma percentagem crescente do PIB e do comércio mundial, com fluxos crescentes de comércio e investimento entre eles, e uma dimensão Leste-Oeste, com a região do Pacífico suplantando o Atlântico como centro e motor da globalização. Nessas condições, vemos o crescimento de forças favoráveis a uma redistribuição do poder e forças que se contrapõem e tentam preservar a ordem vigente.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 3778-3782 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 19:46:25
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Por outro lado, a mudança no panorama energético e a queda recente nos preços do petróleo produzirão câmbios nos fluxos financeiros de grande magnitude e podem alimentar o reordenamento em curso na economia global.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 3776-3778 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 19:45:54
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Na Europa e no Japão o panorama na área econômica é muito mais preocupante. Nos países emergentes e no mundo em desenvolvimento, em geral, as taxas de crescimento estão arrefecendo mostrando que numa economia globalizada não há ilhas isoladas de prosperidade. Na própria China, que hoje responde por cerca de 30% do crescimento mundial, os desafios para levar adiante as reformas e sustentar taxas de crescimento da ordem de 7% são crescentes.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 3771-3774 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 19:45:43
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A conjuntura atual está marcada pela incerteza com relação aos rumos da economia global.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 3769-3770 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 19:44:59
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momento como o atual, marcado por uma conjuntura negativa e pelas transformações estruturais em curso, profundas e complexas. Estamos simplesmente frente a um processo de desestruturação do ordenamento internacional montado no pós-guerra e diante da incapacidade de desenhar novas regras e instituições que deem respostas aos desafios do século XXI. Trata-se de uma crise sistêmica que abarca as formas de regulação da economia, da política e das relações internacionais. Esse será um período longo de transição e o porto final ao qual chegaremos é incerto.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 3765-3769 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 19:44:04
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A OMC tem futuro? por Clodoaldo Hugueney Filho em 27/02/2015
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 3713-3714 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 19:34:11
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Regimes Internacionais são fundamentalmente construções institucionais (princípios, normas, regras e procedimentos de tomada de decisão) que reduzem as incertezas, proporcionam informações aos atores e facilitam e promovem a cooperação entre eles. Pode-se ainda afirmar que eles são instituições internacionais que se caracterizam pela durabilidade, pela especificidade temática e, particularmente, pela inclusão de mecanismos de escolha coletiva.[35] Há três dimensões que afetam a propensão dos atores em cooperar: a mutualidade de interesses, a sombra do futuro e o número desses atores.[36]
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 2601-2607 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 19:04:39
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O documento que resultou do encontro, ?Chamado de Lima para a Ação sobre o Clima?, aponta para quatro pontos principais: 1) os países industrializados concordam que sua responsabilidade pelos cortes de CO2 é maior, mas isso não significa que os países em desenvolvimento não devem fazer nada: pela primeira vez todos terão que apresentar metas de cortes de emissões; 2) tais promessas devem ser informadas até março de 2015, com o compromisso de apresentar planos e ações para conter o aquecimento após 2030, mas não foram estabelecidos parâmetros e padrões para tais metas; 3) além do corte de CO2, os países deverão ter metas de adaptação ao aquecimento global; 4) a pedido dos países africanos, foi mencionada a questão das ?perdas e danos?, que significa que os países ricos devem oferecer compensações a países que sofrem impactos do aquecimento global, como tempestades e secas mais frequentes.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 2535-2542 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 18:57:35
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A COP-16 foi marcada pelo anúncio de que Japão, Canadá e Rússia não participariam da segunda etapa do Protocolo de Kyoto, fato confirmado na COP-17, quando estes países anunciaram que não apresentariam metas de redução para o próximo período, isentando-se de quaisquer compromissos. O ponto positivo foi a aprovação de um roteiro, proposto pela União Europeia, para um novo acordo global legalmente vinculante para a redução de emissões de gases de efeito estufa, e aplicável aos países desenvolvidos e em desenvolvimento. O problema foi o prazo estabelecido: o tratado somente será assinado em 2015, entrando em vigor em 2020. A COP-18 prorrogou o Protocolo de Kyoto até 2020, garantindo sua sobrevivência como o único instrumento legal internacional que obriga a limitação das emissões, mas bastante enfraquecido, sem contar com Japão, Rússia, Canadá e Nova Zelândia (além dos EUA, que nunca o ratificaram), e implicando que os países que se comprometeram a reduzir emissões nesse segundo período ? 2013-2020 ? representam apenas 15% do total. A COP-19, realizada em Varsóvia, em 2013, foi marcada por conflitos entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento quanto à redução das emissões de gases de efeito estufa, ocasião em que os países emergentes, notadamente a China e Índia, responsabilizaram os países industrializados pelos problemas climáticos e reivindicaram o seu direito ao desenvolvimento. Em função do impasse generalizado na Conferência, houve um fato inusitado: as ONGs presentes se retiraram no penúltimo dia do encontro em protesto contra a lentidão e a falta de progresso nas negociações. A Conferência das Partes de Lima, em 2014, COP-20, terminou com um acordo fraco, no qual quase tudo com que os países se comprometem é vago, desarrumado e voluntário, segundo
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 2521-2534 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 18:55:05
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COP-10, ocorrida em Buenos Aires, em 2004, com 200 países presentes e 6 mil participantes, foi marcada pela adesão russa ao Protocolo de Kyoto, e a certeza de que ele entraria em vigor em fevereiro de 2005;
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 2513-2514 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 18:51:53
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A análise dos resultados obtidos nas sucessivas Conferências das Partes, a partir da COP-1, realizada em Berlim, em 1995, demonstra bem as dificuldades. Há três fases que podem ser notadas:[26] a) A primeira, mais ativa, representou a busca de ações mais enérgicas e efetivas para a mitigação do efeito estufa. Na COP-1 foi definido que seria elaborado um protocolo ou instrumento com comprometimento legal entre as partes que tornasse oficial a questão, sendo fixado prazo até 1997. Mas nessa mesma COP foi definido o ?princípio da responsabilidade comum, mas diferenciada?, segundo o qual os países desenvolvidos deveriam tomar as iniciativas de reduzir suas emissões, excluindo os demais dos compromissos em função da necessidade do desenvolvimento e redução da pobreza. A COP-2, em Genebra, não trouxe grandes novidades, enquanto na COP-3, em Kyoto, foi adotado o Protocolo que estabelecia o compromisso dos países desenvolvidos (listados no Anexo I) de reduzirem, até 2012, 5,2% das suas emissões de gases de efeito estufa em relação aos níveis de 1990; b) A segunda, marcada pela preparação da entrada em vigor do Protocolo de Kyoto (que só aconteceria em 2005, sendo exigida a adesão de 55 países, englobando as partes incluídas no Anexo I responsáveis por 55% das emissões em 1990), desenvolveu-se nas COPs 3, 4, 5 e 6, sendo necessário convocar uma segunda rodada da COP-6 (a chamada COP-6,5, realizada em Bonn em julho de 2001) para fazer concessões em relação ao Protocolo de Kyoto e evitar o seu fracasso total, após a renúncia dos Estados Unidos.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 2498-2510 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 18:51:46
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Há alternativas e caminhos para a redução das emissões de gases de efeito estufa, que passam por ações de cunho econômico (taxação do carbono, criação de mecanismos de controle de emissões através de licenças), político (como compromissos dos Estados nacionais em diminuir suas emissões), e tecnológico (como pesquisa e desenvolvimento da energia renovável, e mesmo da geoengenharia). O grande problema, desde a década de 1990, é a concertação dos interesses, capaz de resultar em ações efetivas globais. Até aqui, predominaram os conflitos, a ausência de cooperação e a indiferença de muitos países.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 2467-2471 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 18:46:17
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E há fatos novos. Um estudo (?Renewable Power Generation Costs in 2014?), lançado na 5ª Assembleia da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena), realizada em Abu-Dhabi entre 19 e 22 de janeiro de 2015, mostrou que o custo de geração de eletricidade a partir de biomassa, hidroeletricidade, geotérmica e eólica produzida em terra já é competitivo, mesmo com a forte queda do petróleo. O custo da produção de energia solar caiu pela metade entre 2010 e 2014, aumentando de forma significativa sua competitividade. E a queda do preço do petróleo traz como consequência tornar inviável sua exploração em áreas difíceis, como o Ártico e as águas profundas, beneficiando o desenvolvimento da energia renovável, cujos custos de tecnologia estariam em queda.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 2456-2461 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 18:42:53
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exploração e produção do gás de xisto (shale oil e shale gas) em larga escala nos Estados Unidos reduziu o consumo de carvão, mas não eliminou a emissão de CO2 (apenas reduziu em relação ao carvão) e pode desencadear sérios problemas ambientais no processo de extração, através da fratura hidráulica das rochas.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 2441-2444 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 18:40:36
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Martin Wolf lista oito possibilidades para enfrentar o problema:[16] 1º) implementar impostos sobre emissões de carbono; 2º) optar pela matriz nuclear; 3º) impor padrões de emissão rígidos sobre automóveis, eletrodomésticos e outras máquinas; 4º) criar um regime de comércio mundial seguro dos combustíveis com menos carbono, reduzindo assim a dependência do carvão; 5º) promover o financiamento de transferências das melhores tecnologias disponíveis para gerar e economizar energia; 6º) investir em pesquisa e inovação, com financiamentos públicos a universidades e promoção de parcerias público-privadas; 7º) investir em adaptação aos efeitos da mudança climática; 8º) estudar a possibilidade de lançar mão da geoengenharia, com manipulação em grande escala na Terra para reverter o aquecimento global.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 2419-2427 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 18:38:57
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Um aumento de 4ºC na temperatura pode levar à fome em massa. O aquecimento traria como consequência o desequilíbrio climático intenso em várias regiões do planeta, com secas mais intensas e prolongadas ao lado de enchentes e inundações de grandes proporções. A falta de água já é uma realidade em vários pontos da Terra, e a prolongada estiagem na região Sudeste do Brasil no verão de 2015 é atribuída às mudanças climáticas em curso, embora, como ressalta o climatologista Carlos Nobre, seja prematura tal conclusão, que exige estudos complexos globais.[12] Sem água, a produção global de alimentos será fortemente afetada, já que regiões inteiras poderão se tornar quentes demais para o cultivo, estimando-se que, em 2030, a percentagem de terra sujeitas a estiagens deve aumentar dos 3% atuais para 30%.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 2396-2402 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 18:35:56
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Com aumento de temperatura média de 2ºC, o verão no Oceano Ártico poderá não apresentar mais gelo em 2050, ou talvez mesmo em 2030. O nível do mar não subiria dois metros, como mencionado na mídia, mas vários centímetros, o suficiente para causar inundações em várias áreas costeiras, a maioria localizada em países pobres, como Bangladesh. E as costas teriam que ser protegidas, como é o caso da Holanda, que possui um terço de seu território abaixo do nível do mar, ou da região litorânea do leste dos Estados Unidos.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 2391-2394 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 18:35:19
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Não restam dúvidas de que a maior concentração de gases de efeito estufa na atmosfera eleva a temperatura global. E suas emissões são produzidas em duas grandes áreas: os processos industriais, que incluem a geração de energia pelo uso de combustíveis fósseis (carvão, petróleo, gás) e o transporte em geral (59% do total), e a mudança no uso do solo ? desmatamento, queimadas para agricultura, criação de gado etc. Nesta segunda categoria, 17% são causados pela destruição das florestas e 14% pela agricultura, principalmente pela pecuária, já que ela gera 37% das emissões de metano relacionadas aos seres humanos. Os restantes 10% são causados pelos outros gases de efeito estufa, como o óxido nitroso e os gases fluorados ? HFCs, PFCs e SF6, de grande potencial de aquecimento global.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 2375-2381 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 18:33:42
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Impasse nas negociações sobre mudança climática por Alcindo Gonçalves em 27/02/2015
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 2309-2311 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 18:27:09
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Neste cenário, em que se tornam mais escassas as oportunidades comercialmente viáveis de projetos de infraestrutura, habitação e construção na RPC, e em que os bancos chineses estão sendo pressionados para compensar os empréstimos inadimplentes dentro da RPC com outros comercialmente viáveis no estrangeiro, os bancos, as empresas de construção e até mesmo as fábricas chinesas podem se tornar mais agressivas na busca de mercados estrangeiros como a América Latina e o Caribe.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 1795-1798 | Adicionado: quarta-feira, 2 de setembro de 2015 17:49:31
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Finalmente, Cuba assumiu um papel cada vez mais relevante nos assuntos regionais ao aceitar, em 2012, intermediar as negociações de paz entre o governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Cuba assumiu mais um papel de destaque quando Raúl Castro foi eleito o terceiro presidente da recém-formada Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), cuja reunião de 2014 foi sediada em Havana. Na última Cúpula das Américas, em abril de 2012 em Cartagena, Colômbia, o envolvimento de Cuba nas instituições e atividades interamericanas surgiu mais uma vez como questão polêmica. A maioria dos líderes latino-americanos anunciou que não tomaria parte das próximas cúpulas a menos que Cuba fosse convidada como participante plena. Os EUA e o Canadá resistiram firmemente, sustentando que a cúpula havia sido definida como uma reunião dos governos democraticamente eleitos no Hemisfério. Mas ficou claro que, sem Cuba, provavelmente não haveria outro encontro de cúpula.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 1338-1345 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 22:33:05
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Em 2009, a exclusão de Cuba da principal instituição do Hemisfério, a Organização dos Estados Americanos (OEA), foi debatida pela primeira vez. Com o apoio de todas as nações da América Latina e do Caribe, a suspensão de Cuba da organização desde 1962 foi formalmente derrubada. Embora com considerável irritação e muita resistência, os EUA acataram essa maioria esmagadora, mas conseguiram incluir a condição de que Cuba se ?adequasse aos princípios da OEA?. Ao proclamá-la um instrumento dos EUA, Raúl Castro disse que Cuba não tinha interesse em retornar à OEA e, basicamente, ignorou a organização desde então.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 1332-1337 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 22:32:29
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Cuba volta ao Hemisfério
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 1300-1300 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 22:10:48
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Muito embora o Fundo contasse com mais de 1 bilhão de ienes para indenizações, assistência médica e outras atividades, muitas mulheres, especialmente coreanas, não aceitaram nenhuma compensação financeira do Fundo por pressão do governo coreano, que fazia restrições ao fato do Fundo não configurar uma indenização oficial do governo japonês.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 884-887 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 22:04:14
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No ano seguinte, em 1993, Yohei Kono, então ministro Chefe da Casa Civil, oficializou um pedido formal de desculpas às vítimas, ato que ficou conhecido como a ?Declaração Kono?, admitindo então o envolvimento das Forças Armadas japonesas na criação e manutenção das estações de conforto.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 873-875 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 22:03:56
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Apesar disso, ao mesmo tempo em que Abe mostra-se diplomático, internamente, ele também tem trabalhado no sentido de estabelecer as bases para uma reinterpretação da história conforme uma visão nacionalista japonesa, que tem adeptos na extrema direita conservadora do país. Assim, as mulheres de conforto não seriam ?escravas sexuais?, mas prostitutas que acompanharam as Forças Armadas do Japão e receberam devidamente pelos seus serviços; a guerra iniciada na Ásia teria como fim primordial a libertação da região do domínio ocidental; e toda e qualquer responsabilidade pelos atos cometidos durante a guerra no Pacífico foram resolvidos com os tratados de paz. Na esteira de reinterpretar o artigo 9º da Constituição japonesa e em virtude dos novos desafios geopolíticos regionais, especialmente as questões territoriais com a China, ele também introduziu o conceito de pacifismo proativo, dentro da ideia de uma segurança coletiva que privilegia a defesa de seus pares de ameaças comuns externas, e por conta disso, reviu o orçamento anual para os gastos com defesa, aumentando-o em relação aos anos anteriores.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 946-954 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 22:03:19
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Tem-se a impressão de que qualquer declaração, condenação ou aprovação estejam suspensas até que Shinzo Abe realize seu tão esperado discurso na ocasião do aniversário da rendição do Japão, em 15 de agosto de 2015.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 937-938 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 22:02:11
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A conclusão do autor, como muitos outros no Japão, é a de que a disputa territorial e outras atitudes políticas envolvendo interpretações divergentes da história em relação ao ?inimigo comum?, o Japão, servem de distração para sérios problemas internos enfrentados pela China atualmente, como a crescente desigualdade, corrupção, questões de direitos humanos e ambientais, para citar alguns.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 772-775 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 21:50:17
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Por conta do patrulhamento intenso e a possibilidade de um incidente inesperado gerar um conflito maior, Japão e China concordaram em estabelecer mecanismos de gerenciamento de crises. A medida foi anunciada durante a reunião de cúpula do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico realizada em Beijing em novembro de 2014, palco do primeiro encontro entre Shinzo Abe e Xi Jinping.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 749-752 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 21:48:05
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Muito embora a disputa possa ser analisada objetivamente e soluções com base em precedentes e no direito internacional sejam possíveis,[47] a questão das ilhas Senkaku/Diaoyu se tornou preocupante do ponto de vista militar e estratégico, especialmente depois da medida unilateral chinesa de estender a linha que determina uma nova zona de identificação de defesa aérea no Mar do Leste da China, o que incluiria as ilhas Senkaku. Por conta disso, a China enviou aeronaves e embarcações da guarda costeira para monitorar a região, o que desafiou as autoridades japonesas a fazer o mesmo. As tensões em torno do crescente monitoramento das ilhas Senkaku/Diaoyu aumentaram de tal forma que se teme por um ato inesperado de qualquer das partes dando início a um conflito armado. Por conta dessa necessidade de se defender, o Japão também tomou uma série de medidas, que incluem criar uma Comissão Nacional de Defesa, revisar a estratégia nacional de defesa para privilegiar um pacifismo proativo, o que inclui, além de defesa própria, o conceito de segurança coletiva, abrangendo também seus aliados.[48] Para fazer face a essas mudanças, modernizar seu poderio bélico e assim se defender e conter ameaças à paz e à estabilidade, o Japão recentemente aprovou um significativo aumento orçamentário para a defesa, representando um crescimento de 2,8% em relação a 2014.[49] Segundo declarações do ministro de Defesa Gen Nakatani, o aumento era necessário em vista da mudança do cenário ao redor do Japão, mencionando também que grande parte da verba orçamentária será utilizada para aeronaves de patrulha e navios.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 733-748 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 21:47:25
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Tadashi Ikeda realiza uma análise da disputa sobre as ilhas Senkaku/Diaoyu,[43] demonstrando que em nenhum tratado anterior houve um reconhecimento por parte do Japão de que as ilhas, localizadas na parte sudoeste de Okinawa, teriam pertencido à China. Pelo contrário, desde que eram terra nullius, ou seja, território que não pertence a ninguém, o Japão estabeleceu um marco territorial, incorporando as ilhas, o que ocorreu em 1895. Depois disso, ainda segundo Ikeda, nenhum tratado posterior ? como o Tratado de Shimonoseki,[44] assinado três meses depois dos marcos territoriais serem estabelecidos ? contestou o fato, o que seria uma admissão de que as ilhas pertenciam ao Japão desde o início. A disputa sobre as ilhas Senkaku surgiu após a revelação de que haveria indicações da existência de gás e óleo sob o solo oceânico em torno das ilhas, além de configurar uma fonte de recursos naturais, inclusive para pesca. Assim, Mark Rosen conclui que a questão não se restringe somente ao controle das ilhas, mas na realidade, do mar territorial que a posse das ilhas, de fato e de direito, representa.[45] E embora a disputa tenha se mantido em um nível diplomático por muitos anos, a compra pelo governo japonês de diversas ilhas que fazem parte do arquipélago em setembro de 2012 gerou um entendimento na China de que as ilhas teriam sido ?nacionalizadas?. Ainda que a intenção fosse a de impedir que o governo metropolitano de Tóquio adquirisse as ilhas numa demonstração até agressiva da soberania japonesa, os chineses interpretaram a compra como um ato jurídico que conferiria a posse também de direito sobre as ilhas.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 717-732 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 21:46:22
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última visita foi no dia 21 de novembro de 1975 e a partir desta data o Imperador passou a enviar emissários por ocasião de festas sazonais, pois segundo Ryogo Urabe, camareiro do Imperador Showa, ele queria demonstrar seu descontentamento em ver também venerados os criminosos de guerra condenados à morte pelo Tribunal de Tóquio,[35] cuja veneração foi oficializada em 17 de outubro de 1978, quase 30 anos após a execução dos sete militares e um civil, ocorrida em 23 de dezembro de 1948. Os demais condenados morreram durante o cumprimento de penas na prisão.[36] Além das visitas do Imperador Showa até o ano de 1975, primeiros-ministros, membros do gabinete e até mesmo autoridades estrangeiras visitaram Yasukuni até 1985 sem maiores repercussões. A veneração aos criminosos de guerra de classe A ocorreu a partir de 1978, mas desde então, por mais de seis anos, os primeiros-ministros Takeo Fukuda (uma vez), Masayoshi Ohira (três vezes), Zenko Suzuki (nove vezes) e Yasuhiro Nakasone (dez vezes) visitaram Yasukuni sem que houvesse quaisquer protestos, incluindo a visita de Nakasone ocorrida no dia 22 de abril de 1985. Entretanto, quando ele visitou novamente o templo em 15 de agosto do mesmo ano, o ato provocou a reação do governo chinês que condenou pela primeira vez em caráter oficial a visita a Yasukuni.[37] Desde então, a China tem condenado sistematicamente cada visita de autoridades governamentais, sob a alegação de que o Japão não tem reconhecido os fatos ocorridos no passado sob sua responsabilidade. Os chineses entendem que a veneração dos responsáveis pela guerra significa o Japão não se arrepender das atrocidades cometidas contra os povos da Ásia. E assim, o governo da República da Coreia vem se juntando ao protesto, alegando, entre outros motivos, a falta também de reconhecimento do governo japonês pelos atos praticados durante os quase 36 anos de anexação da Coreia ao Japão.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 619-635 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 21:37:13
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Os japoneses aparentemente não questionam a veneração de civis e militares que deram suas vidas pelo país, com exceção de alguns cristãos e mesmo coreanos e taiwaneses que chegaram a solicitar a Yasukuni a exclusão de seus nomes do rol dos deuses.[31] Os pedidos foram, contudo, recusados sob a alegação de que uma vez venerados, não seria mais possível retirá-los deste rol.[32] No total, são 2.466.532 pessoas veneradas em Yasukuni, dentre as quais 2.133.915 padeceram na Segunda Guerra Mundial, 191.250 em conflitos bélicos na China, 4.850 na Primeira Guerra Mundial, 88.439 na Guerra Russo-Japonesa, 1.256 durante o conflito com os Boxers, 13.619 na Guerra Sino-Japonesa, 6.971 na Revolta de Seinan e 7.751 nas guerras que resultaram na Restauração Meiji.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 600-608 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 21:34:34
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Com isso, Yasukuni se tornou uma instituição símbolo para venerar os militares e civis que deram as suas vidas em prol do Japão.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 592-593 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 21:33:16
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O templo Yasukuni
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 587-587 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 21:32:28
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resultou numa resposta militar japonesa ao ataque chinês em julho de 1937 perto da ponte Marco Polo nos arredores de Beijing (Pequim à época), cujos desdobramentos acabaram por iniciar o segundo conflito sino-japonês.[27] Depois de ocuparem Xangai, os japoneses rumaram então à Nanking, capital da China na época, cuja conquista ficou marcada pela violência não somente em relação aos militares, mas também a civis chineses. O massacre de Nanking, tal como é chamado este episódio, continua sendo um outro motivo de discórdia entre o Japão e a China, haja vista a falta de um consenso quanto à dimensão dos acontecimentos.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 562-567 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 21:30:46
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Como consequência da vitória sobre a China, os japoneses colonizaram Taiwan, conhecida à época como Ilha de Formosa, assim como as ilhas vizinhas chamadas Ilhas Pescadores.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 479-481 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 21:23:55
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Atualmente, a veneração a Ahn Jung-Geun se tornou um motivo para Coreia e China se unirem contra o Japão: em janeiro de 2014 inaugurou-se em Harbin um memorial a Ahn Jung-Geun. Visto como terrorista no Japão, Ahn Jung-Geun é considerado um herói pelos coreanos.
R.Pext 2015 Principais - Revista Política Externa - Seu destaque ou posição 474-476 | Adicionado: terça-feira, 1 de setembro de 2015 21:23:38
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