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O Brasil e as Nações Unidas

Ronaldo Mota Sardenberg
existe instituição multilateral comparável às Nações Unidas, seja por seus objetivos político-diplomáticos, seja pelo ambiente que proporciona a convivência entre os princípios da democracia (AGNU: participação e voto igualitário) e do poder (CSNU: faculdade de veto e composição com membros permanentes e outros eletivos). A reforma de seus processos deliberativos teria necessariamente que passar pela confirmação do princípio da igualdade soberana entre os Estados e pelo reconhecimento do papel essencial que cada um destes cumpre
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1495-1498 | Adicionado: domingo, 22 de março de 2015 20:52:34
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Os interesses brasileiros na arena internacional estarão mais bem defendidos se nossa atuação multilateral puder contar com a atenção continuada de uma opinião pública informada e atuante.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1473-1474 | Adicionado: domingo, 22 de março de 2015 20:50:45
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Uma boa indicação das dificuldades que a diplomacia multilateral encontrará foi dada pela Conferência Mundial sobre as Telecomunicações Internacionais, realizada em Dubai, em dezembro de 2012, pela União Internacional de Telecomunicação125, que tratou de problemas tão importantes quanto os da governança internacional (segurança, spam, fraude, interconexão, roaming internacional, tributação126) da Internet. A UIT, que se afilia com a ?família? das Nações Unidas, é o órgão setorial para as telecomunicações desse sistema. A Conferência tinha como objetivo principal rever o tratado sobre telecomunicações e construir um novo instrumento internacional. Pode-se dizer que pouco progresso foi alcançado devido à posição dos EUA, os quais, desde o início dos trabalhos, anunciaram que não firmariam qualquer ato relativo à internet e sua governança. Apesar desse bloqueio, que desvirtuou as negociações, ressalte-se que o Brasil teve excelentes condições internas e externas de participação nas negociações. Assim como outros países latino-americanos, o Brasil tem preocupações legítimas quanto à Internet. Bom número de países, principalmente em desenvolvimento entendeu a atitude norte-americana como uma tentativa de controlar ou bloquear os temas da Conferência (pontos de troca de informação, custos de conexão externa, etc.). Por outro lado, a existência de um órgão brasileiro extremamente operativo, que é o Comitê Gestor da Internet, de cujos trabalhos participam tanto entidades governamentais quanto representantes da iniciativa privada, facilita a atuação externa brasileira, pois, entre outros aspectos, promove o debate aberto de questões a serem tratadas no plano externo. Outro fator positivo, salientado por Jeferson F. Nacif, chefe da Assessoria Internacional da Anatel, é a integração desta na política externa brasileira, o que ajuda a formar um cenário externo favorável à eficácia de nossa diplomacia setorial (em TICs ? Tecnologias da Informação e Comunicações). A postura norte-americana levou à diluição dos textos. Formaram-se duas coalizões: EUA, Canadá, UE (embora França, Reino Unido e Espanha procurassem flexibilizar a posição europeia) e Japão, de um lado, e BRICS e países latino-americanos em desenvolvimento, em geral, do outro. O resultado final de um exercício, que não pode deixar de ser multilateral, foi que 89 países firmaram o tratado e 55 não o fizeram. A diplomacia dos EUA não soube responder positivamente aos esforços da maioria em prol do consenso. Ao menos, assegurou-se a presença dos Estados-membros nas futuras negociações, na qualidade de interessados (stake-holders), a qual chegou a estar ameaçada, diante da abordagem ultraprivatista, dos EUA. Dando-se conta do fiasco, estes promoveram, na fase final dos trabalhos, a realização de encontros bilaterais, embora mantivessem sua posição original. Como assinalou Jeferson F. Nacif, ?Restou a todos o sentimento de que a intransigência venceu o consenso em pontos importantes da agenda?
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1436-1465 | Adicionado: domingo, 22 de março de 2015 20:49:54
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De um lado, a reestruturação do Conselho de Segurança, sobre o qual a posição brasileira é amplamente conhecida, se apresenta como imperativo político. De outro, a revitalização da Assembleia Geral e do ECOSOC122 é igualmente imprescindível. São essas bandeiras fundamentais para o destino da ONU na ordem mundial e, em última análise, para a inserção internacional do Brasil.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1357-1360 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:40:25
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As leituras contemporâneas da Carta ensejam variadas concepções e propostas. Alguns chegaram a romancear o momento vivido no imediato pós-guerra fria como a realização de um passado reimaginado, ao afirmarem, acriticamente, que, por fim, o Conselho de Segurança teria começado a funcionar da forma que visualizavam os redatores originais da Carta. Essa perspectiva, todavia, foi duramente desmentida pelos reveses na Somália, em Ruanda, na Bósnia-Herzegovina, no Kossovo, pelo impasse arabo-israelense no Oriente Médio e, ainda, mas não finalmente, com a invasão do Iraque pelos EUA em 2003, além do desencadeamento da onda terrorista pelo incidente conhecido como ?9/11?. Outros interpretam as Nações Unidas como mero e limitado reflexo do esquema de forças prevalecentes, como uma Organização fatalmente jungida à hierarquização interestatal. Há, ainda, quem a veja como precursora de formas de supranacionalismo utópico. Tais interpretações servem de suporte ideológico e político para a articulação de visões alternativas do futuro das relações internacionais, que buscam ser operacionalizadas seja pela interpretação da Carta como documento imutável na letra e no espírito, seja, pelo contrário, pela proposição ativa de sua reforma para adaptá-la a novas realidades.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1312-1323 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:38:18
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O Brasil esteve à frente desse processo, especialmente no contexto da preparação da I Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). O impulso que havia sido dado ao país, no Governo Kubitschek, pela política de ?Cinquenta anos em Cinco?, e pelo concomitante renascer da diplomacia brasileira com a Operação Pan- -Americana, permitiram ao país assumir essa posição de vanguarda, capitaneado pelo Embaixador Jayme de Azevedo Rodrigues e executado por toda uma geração de brilhantes diplomatas.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1230-1234 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:14:30
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Não só era muito escassa a atenção internacional dispensada à problemática do atraso econômico, mas também era grande a dificuldade de encaminhá-la, numa fase em que falar de desenvolvimento ou de interesses financeiros de países em desenvolvimento nas Nações Unidas era, às vezes, razão suficiente para motivar perseguições de fundo ideológico. Foi lenta a travessia do foco das atenções mundiais da temática politicamente correta da reconstrução econômica da Europa para a polêmica relativa à inter-relação do desenvolvimento com o comércio internacional e as iniquidades no relacionamento Norte-Sul.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1226-1230 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:14:12
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Igualmente, o Brasil sempre teve atuação de vanguarda na Assembleia Geral e no Conselho Econômico e Social e em suas respectivas comissões funcionais e, ainda, nas grandes conferências internacionais, o que lhe permitiu exercitar as práticas parlamentares e aproveitar as oportunidades políticas inerentes à diplomacia multilateral.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1190-1193 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:10:49
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O Brasil nunca foi espectador desatento ou desinteressado, mas sim visível participante nas atividades das Nações Unidas. Cumpriu dez mandatos como integrante eletivo do Conselho de Segurança ? número recorde juntamente com o Japão ? inclusive cinco vezes após o fim da guerra fria, o Brasil acumulou um conhecimento privilegiado acerca dos modos de funcionamento dos círculos decisórios mundiais.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1167-1170 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:10:08
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Desde São Francisco, são perceptíveis os temas dominantes da atuação a longo prazo do Brasil nas Nações Unidas: o funcionamento do Conselho de Segurança, a reforma da Carta e o desenvolvimento econômico e social105.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1161-1163 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:09:45
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Brasil sempre esteve entre os países voltados para a mudança nas Nações Unidas; sempre soube prestar sua contribuição ao esforço para fazê-las mais abertas e equitativas, mais transparentes e sensíveis aos reclamos de nosso tempo.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1160-1161 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:09:31
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Conhece e vive o Brasil, também, os traços que o distinguem entre as nações, tanto no plano interno, quanto os que lhe delineiam o perfil de atuação internacional, como suas dimensões demográfica, territorial, política e econômica; a variedade étnica; a heterogeneidade econômica e social; as discrepâncias na distribuição da renda; e, no nível externo, sua profunda ancoragem regional e sub-regional; projeção sul atlântica; e interesses como global trader e, crescentemente, como ator global.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1155-1159 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:09:22
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Acrescente-se que as aspirações do paradigma barbosiano da Haia, ainda que este seja raramente mencionado, credencia Ruy Barbosa para a posição de patrono da diplomacia multilateral brasileira.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1121-1123 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:07:37
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Seixas Corrêa data da II Conferência de Paz da Haia, em 1907, o início da participação do Brasil nos processos da diplomacia multilateral mundial e traça uma linha de continuidade que a une à atuação na Liga das Nações e, posteriormente, nas Nações Unidas. Sob a liderança de Ruy Barbosa, nota Seixas Corrêa, o discurso brasileiro foi ?afirmativo e reivindicatório?, e dele derivam ?pelo menos dois paradigmas seguidos desde então pela diplomacia brasileira: o da singularidade (do Brasil) e o do respeito ao Direito Internacional?. Sobre este último comenta que: ?Vem (...) da Haia a pretensão do Brasil de atuar no concerto das nações não com o peso de suas armas ou com eventuais ambições de potência, mas com a força de suas razões e a ascendência de seu Direito?
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1115-1120 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:07:12
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Na América do Sul, as Ilhas Malvinas permanecem como um caso de descolonização incompleta. Por direito argentinas, as ilhas foram ocupadas pelo Reino Unido em 183397. O Governo britânico transplantou para o arquipélago sua própria população, chamados de kelpers, e nunca reconheceu as reivindicações argentinas. As Malvinas estão ainda inscritas na lista de territórios não autônomos das Nações Unidas98.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1080-1085 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:04:12
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Casos célebres foram a Namíbia ? que só em 1989 livrou-se do jugo sul-africano ? e Timor-Leste, que esperou até 2002 para tornar-se soberano. Em ambos os casos, as Nações Unidas foram centrais em assegurar a transição negociada e a construção de novas instituições nacionais. O caso do Saara Ocidental, porém, continua indefinido, pendente o plebiscito que deveria decidir seu futuro político e que nunca foi realizado96.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1076-1080 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:03:45
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proscênio internacional
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1075-1075 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:03:27
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A partir do fim da década de 1950, foram os próprios novos Estados que conduziram a luta, aprovando, em 1960, a famosa Resolução 1514 (XV) da Assembleia Geral, que criou a base para acelerar a descolonização. A declaração não se aplicava somente aos territórios sob tutela, mas se estendia a todos os povos que julgassem estar subjugados por outros.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1072-1074 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:02:16
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Em 1994, o último território tutelado, Palau, ?graduou-se?, escolhendo inicialmente a associação livre com os EUA e, logo depois, a independência plena. O Conselho de Tutela foi desativado e, hoje, funciona apenas por formalidade
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1062-1064 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:01:22
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Ao espírito da época, tratava-se de governar territórios considerados ainda politicamente imaturos e conduzi-los seja à soberania, seja à autonomia em parceria com um país, seja ainda à união com um Estado-membro das Nações Unidas.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1056-1058 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:00:55
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Conselho de Tutela
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1054-1054 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 04:00:45
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No primeiro caso, pode-se citar a opinião ?Legality of the Use by a State of Nuclear Weapons in Armed Conflict?, de 1993, que, no contexto do fim da guerra fria, foi relevante para balizar a ilegalidade das estratégias de guerra nuclear. Outra foi a ?Legal Consequences of the Construction of a Wall in the Occupied Palestinian Territory?, de 2003, que julgou desprovido de qualquer base legal e em violação da IV Convenção de Genebra a construção de um muro de separação por Israel nos Territórios Palestinos Ocupados93.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1044-1048 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:57:30
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Ver, por exemplo, Martenczuk, B. ?The Security Council, the International Court of Justice and Judicial Review?. In: European Journal of International Law, vol. 10, no 3, 1999, pp. 517-547.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 2041-2044 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:56:03
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houve muito debate acadêmico sobre a possibilidade de que a CIJ julgasse a legalidade das ações do órgão em face da Carta, como documento fundador, que seria assemelhado a uma Constituição. Esse debate permaneceu apenas no campo acadêmico, não havendo decisão da CIJ sobre essa possibilidade90.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1026-1029 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:55:42
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processo eleitoral é complexo e envolve a indicação dos grupos nacionais representados na Corte Permanente de Arbitragem e escrutínios simultâneos da Assembleia Geral e do Conselho de Segurança. Somente é escolhido o candidato que obtiver dois terços dos votos em ambos os órgãos.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1007-1009 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:54:03
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Corte Internacional de Justiça
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 1001-1001 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:53:36
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Carta não estabelece qual será a duração do mandato do S-G, mas a prática tem sido que a Assembleia Geral estabelece um período de cinco anos e permita uma reeleição pelo mesmo prazo.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 905-906 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:51:11
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Desde 1946, as Nações Unidas tiveram oito Secretários-Gerais. A Carta prevê que o Conselho de Segurança recomende à Assembleia Geral os candidatos a S-G e que esta escolha quem ocupará essa função. Apesar dos protestos de muitos Estados, o Conselho de Segurança e seus membros permanentes preferem manter um controle estrito sobre a escolha e indica à Assembleia somente um candidato78, o que impede a possibilidade de um debate de todos
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 900-904 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:50:56
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exemplo, desde 2003, o S-G integra o ?Quarteto Diplomático?, que congrega também EUA, Rússia e União Europeia, para lidar com o conflito israelo-palestino.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 891-893 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:50:17
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Secretário-Geral das Nações Unidas (S-G) é o chefe do Secretariado. De acordo com a Carta, ele é o Chief Administrative Officer (artigo 97), mas também recebe funções políticas, podendo trazer ao conhecimento dos órgãos intergovernamentais questões que considere relevantes, inclusive de paz e segurança internacionais, para consideração do Conselho de Segurança (artigo 99).
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 876-880 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:49:15
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Secretário-Geral e o Secretariado
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 868-868 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:48:34
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O Brasil tem insistido muito sobre a relevância do artigo 65 da Carta, que estabelece os meios de cooperação entre o ECOSOC e o Conselho de Segurança. Na concepção brasileira, a paz e segurança internacionais não podem efetivamente ser atingidas de modo estável se não houver um atendimento das necessidades socioeconômicas dos seres humanos. Nesse contexto, a cooperação entre os dois órgãos seria essencial, mas é, em realidade, insuficiente
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 863-866 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:48:30
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ECOSOC era inicialmente composto por 18 membros (de um total de 51 países). Sua composição foi ampliada duas vezes: em 1965, passou a ter 27 membros; em 1973, passou a contar com os atuais 54 integrantes. Suas decisões são tomadas por maioria simples, e sua presidência é ocupada por um ano71.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 838-841 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:47:18
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órgão é composto por 54 membros, eleitos para mandatos de três anos, sendo possível a reeleição.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 837-838 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:47:05
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Conselho Econômico e Social (ECOSOC)
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 833-833 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:46:42
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Outro instrumento cujo uso pelo Conselho de Segurança se tornou comum nas últimas décadas são as sanções. Essas medidas estão previstas no artigo 40 e visam não a punir os Estados, mas a mudar seu comportamento, de modo a garantir que cumpram as prescrições da Carta e de outros instrumentos de direito internacional. Em 1990, o Conselho impôs sanções amplas ao Iraque, em reação à invasão do Kuaite ? mas essas medidas acabaram por prejudicar a população iraquiana e não surtiram o efeito desejado de alterar o comportamento do Governo de Saddam Hussein. Após essa experiência, o Conselho não abandonou o uso das sanções, mas procurou torná-las mais precisas, visando especificamente às classes governantes e seus agentes. Em décadas recentes, para cada regime de sanções, existe um comitê do Conselho de Segurança que gerencia sua execução69.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 810-818 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:45:49
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Consentimento das partes,
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 803-803 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:45:04
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Imparcialidade,
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 800-800 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:44:52
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Seus princípios operacionais são: ? Uso da força somente em legítima defesa, o
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 795-797 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:44:37
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Um dos instrumentos mais utilizados pelo Conselho de Segurança na atualidade ? ao ponto de ser incorretamente visto por alguns como panaceia ? são as operações de manutenção da paz66. Trata-se de um tipo de ação que não está previsto na Carta e que foi desenvolvida pelas Nações Unidas ao longo das décadas, como modo de superar a paralisia do mecanismo de segurança coletiva previsto na Carta. As missões de paz são organizadas pelas Nações Unidas, com base em contingentes militares, policiais e civis cedidos pelos Estados, para conter ou resolver conflitos.
O Brasil e as Nações Unidas - Ronaldo Mota Sardenberg - Seu destaque ou posição 790-795 | Adicionado: terça-feira, 17 de março de 2015 03:44:22
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